Sua igreja é assim?

orientacoesCostumamos ouvir: "Vou sair da igreja porque tenho visto muita coisa errada lá."  
Paulo, apóstolo do Senhor Jesus Cristo, teria deixado a igreja de Corinto se pensasse desta maneira, mas ele não pensava assim. Pelo contrário, apesar de todas as dores de cabeça que eles lhe causaram, Paulo sofreu com eles, os ajudou e os  orientou.

Corinto era uma cidade portuária, e como tal, tinha má reputação. Naquela igreja chegavam pessoas com vários tipos de pecados e problemas, tais como: Imoralidade sexual, crises nos relacionamentos, separação, irmão levando irmão aos Tribunais, papel da mulher na igreja, dons espirituais, dízimos e ofertas, entre outros. Com amor, firmeza e sabedoria do Espírito Santo, Paulo dá as instruções necessárias para lidar com estas questões, e ensina claramente como tratá-las. 

Naquele século, como hoje, a Igreja sofre com situações desse tipo. A Igreja do Senhor é composta de pessoas que entregaram suas vidas a Jesus, mas ainda assim, são pecadoras. Precisamos estar atentos às nossas fraquezas e às fraquezas do nosso irmão. Somente conhecendo bem a Palavra de Deus, poderemos ajudar o Corpo de Cristo a crescer firme e saudável.

 

BBN

[Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia. (Hebreus 10:25)]

O que está errado com a teologia da prosperidade?

prosperidadeApesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil.

Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e "testemunhas de Jeová" sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz.

  • Ela está certa quando diz que Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é graça e não um direito que nós temos e que podemos revindicar ou exigir dele.
  • Ela acerta quando diz que podemos pedir a Deus bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que Deus tem o direito de negá-las quando achar por bem, sem que isto seja por falta de fé ou fidelidade de nossa parte.
  • Ela acerta quando diz que devemos sempre declarar e confessar de maneira positiva que Deus é bom, justo e poderoso para nos dar tudo o que precisamos, mas erra quando deixa de dizer que estas declarações positivas não têm poder algum em si mesmas para fazer com que Deus nos abençoe materialmente.
  • Ela acerta quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas erra quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta.
  • Ela acerta quando diz que Deus faz milagres e multiplica o azeite da viúva, mas erra quando deixa de dizer que nem sempre Deus está disposto, em sua sabedoria insondável, a fazer milagres para atender nossas necessidades, e que na maioria das vezes ele quer nos abençoar materialmente através do nosso trabalho duro, honesto e constante.
  • Ela acerta quando identifica os poderes malignos e demônicos por detrás da opressão humana, mas erra quando deixa de identificar outros fatores como a corrupção, a desonestidade, a ganância, a mentira e a injustiça, os quais se combatem, não com expulsão de demônios, mas com ações concretas no âmbito social, político e econômico.
  • Ela acerta quando diz que Deus costuma recompensar a fidelidade mas erra quando deixa de dizer que por vezes Deus permite que os fiéis sofram muito aqui neste mundo.
  • Ela está certa quando diz que podemos pedir e orar e buscar prosperidade, mas erra quando deixa de dizer que um não de Deus a estas orações não significa que Ele está irado conosco.
  • Ela acerta quando cita textos da Bíblia que ensinam que Deus recompensa com bênçãos materiais aqueles que o amam, mas erra quando deixa de mostrar aquelas outras passagens que registram o sofrimento, pobreza, dor, prisão e angústia dos servos fiéis de Deus.
  • Ela acerta quando destaca a importância e o poder da fé, mas erra quando deixa de dizer que o critério final para as respostas positivas de oração não é a fé do homem mas a vontade soberana de Deus.
  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar uma vida melhor, mas erra quando deixa de dizer que a pobreza não é sinal de infidelidade e nem a riqueza é sinal de aprovação da parte de Deus.
  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar a Deus, mas erra quando induz os crentes a buscá-lo em primeiro lugar por aquelas coisas que a Bíblia constantemente considera como secundárias, passageiras e provisórias, como bens materiais e saúde.

A teologia da prosperidade, à semelhança da teologia da libertação e do movimento de batalha espiritual, identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam.

Ao final, o que temos é uma religião tão diferente do Cristianismo bíblico que dificilmente poderia ser considerada como tal. Estou com saudades da época em que falso mestre era aquele que batia no portão da nossa casa para oferecer um exemplar do livro de Mórmon ou da Torre de Vigia...

 

Augustus Nicodemus Lopes

Prioridades e Compromisso Pessoal

prioridadesMark Cuban, empresário bilionário americano, e um dos investidores do reality show da tevê "Shark Tank – Negociando com Tubarões", revelou suas prioridades pessoais ao criticar um dos empresários que fazia uma apresentação aos investidores, coletivamente conhecidos como "tubarões".  Cuban disse querer que o comprometimento do empresário com o seu negócio fosse maior do que qualquer outra coisa  em sua vida. 

Cuban destacou que quando estabeleceu o seu primeiro negócio ficou sem tirar férias durante sete anos! Também falou de quando sua namorada lhe disse que ele teria que escolher entre ela e os negócios. Cuban gabou-se por ter escolhido os negócios. 

Um comprometimento total para com o trabalho parece não ser incomum para muitas pessoas.  Elas consideram ser um "workaholic", alguém viciado em trabalho, uma virtude e não um indicativo de prioridades mal estabelecidas ou em desequilíbrio. Elas se orgulham de não perder um só dia de trabalho, ou de deixar de desfrutar dias ou semanas de férias aos quais têm todo o direito. Em algumas culturas não se conhece esse tipo de devoção ao trabalho, que chega a ser uma obsessão. A sesta depois do almoço, e mesmo várias semanas de férias, são comuns em algumas partes do mundo. Porém, em algumas sociedades ocidentais uma dedicação total, sem reservas ao trabalho é exibida como um emblema de honra. 

O objetivo não é desconsiderar aquelas pessoas que ao iniciar um negócio precisam sacrificar seu tempo e energia durante o período necessário para assegurar que o novo empreendimento esteja firmemente estabelecido. Depois disso, contudo, deve chegar a hora em que o dono do empreendimento ou o empregado faça uma merecida pausa em sua labuta.  Com nos diz Eclesiastes 3:1-5, "Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu...tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou...tempo de derrubar e tempo de construir...tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las..."

O trabalho é parte da vida – uma parte muito importante – mas o trabalho não é a vida. Quando Deus declarou "Não terás outros deuses além de Mim. Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra..." (Êxodo 20:3-4), estou certo de que Ele estava incluindo aí o trabalho e os negócios, porque eles também podem ser objeto de adoração. 

A Bíblia fala da "pessoa sã", vendo-nos como indivíduos que apresentam muitas facetas, voltados para os relacionamentos e que precisam manter suas prioridades na devida ordem.   Quando Jesus respondeu uma pergunta afirmando "...Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento.” (Mateus 22:37), Ele nos estava exortando a fazer de Deus nossa primeiríssima prioridade. Em seguida Ele nos ensinou que os relacionamentos – conjugais e familiares, em particular – devem ocupar o lugar seguinte em importância:  "...Ame o seu próximo como a si mesmo." (Mateus 22:39). 

Sem dúvida, o trabalho é um elemento muito significativo de nossa vida diária. Através dele obtemos as provisões para satisfazer nossas necessidades cotidianas. O que somos vocacionados a fazer pode nos dar grande satisfação e senso de realização. Entretanto, a Bíblia nos exorta a mantermos uma visão ampla de nossas vidas. Em Lucas 9:24-25 Jesus ensinou: "Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá;  mas quem perder a sua vida por Minha causa, este a salvará. Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir a si mesmo?". 

O senhor Cuban, sem dúvida, provou ser um líder empresarial extremamente bem-sucedido, mas a que preço? Muitos, no mundo dos negócios, presumem que atingir o sucesso exige colocar o trabalho acima de tudo o mais. As Escrituras nos dizem que Deus tem um plano melhor: Deus, família e só depois, trabalho.

 

Rick Boxx (CBMC)
Tradução de Mércia Padovani. Revisão de Juan Nieto

Posso dizer “Feliz Natal”?

estrela natalHá alguns anos, começou a ser divulgada nos EUA a ideia de que desejar Feliz Natal a alguém é politicamente incorreto. Pode parecer tolice, mas essa noção foi tão longe que, até nas escolas, os professores passaram a orientar os alunos a não dizer "Feliz Natal" a ninguém, pois, segundo alegavam (e ainda alegam!), dizer isso é uma forma de desrespeito! Afirma-se que a pessoa que deseja Feliz Natal, desconsidera as crenças religiosas distintas dos outros (hinduísmo, islamismo, budismo, etc.) ou até mesmo suas descrenças religiosas, como no caso dos ateus.
Falando dos ateus, é óbvio que essa ideia partiu deles. Nos EUA, os ateus se revoltam quando o poder público investe dinheiro na decoração das ruas na época do Natal e fazem manifestações exigindo que os presépios sejam removidos das praças. Eles alegam (de novo) que tudo isso é falta de respeito pelas pessoas que não comemoram o nascimento de Cristo ou que são absolutamente anticristãs.

Curiosamente, esses mesmos ateus americanos não ficam irritados quando descansam nos domingos (o dia "santo" dos cristãos), nem quando "curtem" o grande feriado cristão de Ação de Graças. Eles também parecem esquecer que, se desfrutam dos benefícios de ter nascido num país rico, isso se deve especialmente ao fato de que os fundadores da nação americana foram os puritanos, ou seja, cristãos convictos, cuja ética bíblica acerca do trabalho, da educação, da família, da propriedade, do governo e da sociedade lançou as bases para muito (ou talvez tudo!) do que os EUA são hoje.

Com efeito, até mesmo a independência americana deve muito ao cristianismo. De fato, foram os pastores puritanos que, de seus púlpitos, pregaram o ideal da independência, conquistando a mente do povo para esse objetivo e contribuindo de forma decisiva para que a América deixasse de ser uma simples colônia britânica. E tem mais: o fato de os EUA ser sede das maiores e melhores universidades do planeta se deve também aos crentes. Foram eles que fundaram as universidades de Harvard e Princeton! Decididamente, se existe alguém no mundo que tem motivos para celebrar o nascimento de Cristo, esse alguém é o cidadão americano, seja ele ateu ou devoto.

Como tudo que é ruim, a tendência de reprovar as palavras “Feliz Natal” chegou agora ao Brasil também. Atualmente, os professores das nossas escolas também estão ensinando os alunos a não usar a velha expressão, tudo em nome do "respeito". Mas a coisa não para aí. O alvo dos incrédulos são também os símbolos do cristianismo. Faz alguns dias, uma aluna da Universidade Federal de Pernambuco reclamou porque montaram um presépio bem na entrada da faculdade.

Ela escreveu o seguinte numa rede social: "Gostaria de saber por que tem um presépio na entrada da UFPE. Somos todos cristãos, é isso? Porque eu não sou cristã e não tô nem aí para o natal. Será que no dia de Iemanjá será colocada ali uma imagem dela também?" (sic).

Duas perguntas que surgem diante do rancor dessa moça contra a fé cristã são: será que, durante uma emergência, ela aceitaria ser socorrida na Santa Casa, uma instituição cristã? Será que, se fosse vítima da fome e da guerra, ela recusaria a ajuda da Cruz Vermelha, aguardando socorro ateu? A resposta que essa moça recebeu na rede social foi muito inteligente. Alguém disse a ela o seguinte: "As universidades foram uma criação do cristianismo e nada mais justo do que uma homenagem à fé que deu origem a elas. Sua revolta é contra uma vertente religiosa que, ao criar as universidades, permitiu que hoje você faça um curso superior. Quando os adoradores de Iemanjá criarem uma universidade ou uma instituição melhor, aí você põe uma estátua dela lá!".

Bom, tudo isso serve para ilustrar o quanto os incrédulos nutrem antipatia contra o cristianismo. Sem dúvida, nossa crença é a mais odiada do mundo! Nem contra as seitas mais cruéis e toscas os homens se insurgem com tanto vigor e constância. Por toda parte se vê o esforço dos maus para diminuir o impacto da pessoa de Cristo e da sua mensagem, fazendo o possível para apagar até mesmo sua mais tênue lembrança da mente dos homens.

Quanto a nós, com ou sem presépios, mantemos viva a mensagem do Natal e a chama da felicidade que essa mensagem acendeu em nossa alma. Diferente do que faz no coração dos incrédulos, ela nos alegra, renova nossa esperança e nos enche de paz. "Nasceu o Redentor" — cantamos sorrindo — uma estrela brilhou no céu do Oriente, o povo que andava em trevas viu uma grande luz [Mateus 4:16a], o negro e denso véu foi rasgado e a morte começou a morrer. Pode, assim, o mundo inteiro fazer cara feia, resmungar suas mágoas fingidas, inventar seus escrúpulos mentirosos... Nós, de nossa parte, provamos o doce impacto da fé que nos foi dada e, cheios de alegria, sempre desejaremos que os perdidos conheçam o Salvador e tenham, enfim, um "Feliz Natal".

 

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo gloria

Para novos crentes

salvo

SALVO 
 é uma palavra bíblica. “Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será SALVO” (Romanos 10:13).

Eis a seguir uma ajuda para você entender o que esta decisão significa.

Salvo Uma pessoa que está se afogando grita “Salva-me”. Uma pessoa dentro de um prédio em chamas grita “Salva-me”. Por que eu preciso ser salvo ? Porque todos são pecadores. “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23). Nós precisamos de um Salvador. Quando você convidou Jesus Cristo para entrar na sua vida Ele te salvou de um Inferno eterno.
Afirmar Como eu posso afirmar que eu estou salvo? Salvação não está baseada em um sentimento, apesar de você experimentar a alegria de ter os seus pecados perdoados quando você se tornou um filho de Deus. A sua segurança está baseada na Bíblia, o livro de promessas de Deus para você. Os sentimentos mudam mas a Sua Palavra permanece para sempre. Quando você foi salvo, Deus estava batendo na porta do seu coração. Você abriu a porta e o convidou para entrar. Ele fez habitação na sua vida na pessoa do Espírito Santo e estará com você até o dia que você chegar no Céu. Leia I João 5:11-13.
Leitura Lendo a Bíblia diariamente e memorizando versículos, você crescerá espiritualmente. A Bíblia é o seu alimento espiritual para a alma, como a pizza é um alimento físico para o corpo. Disse Jesus : “Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.” (João 6:35)
Vitória Vitória não quer dizer que você nunca mais vai pecar. No entanto, se você pecar, Deus agora tem uma maneira para você receber o perdão. O pecado do salvo não causa a perda da salvação mas você pode perder a sua comunhão. Por exemplo, quando você fazia algo errado quando era criança, isso não significou que você deixou de ser filho do seu pai. Mas, você perdeu a comunhão com o seu pai até que você confessou estar errado. Quando você confessou, sua comunhão foi restaurada. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele (Deus) é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” (I João 1:9)
Orientação Quando você foi salvo, o Espírito Santo veio habitar dentro de você. Ele é a terceira pessoa da Trindade. Ele é aquela “voz calma e baixinha”. Quando você peca ou faz algo errado, a Bíblia diz que Ele se “entristece” e convence você do pecado. Mas quando tudo está correto, Ele traz a paz. Ele também é o seu professor para orientá-lo a toda verdade e ajudá-lo entender a Bíblia. Aqui estão alguns versículos para ajudá-lo. (Salmo 23:231:3139:7-10).

3 coisas que você precisar fazer

  • Ler a sua Bíblia diariamente. Esta é a maneira de Deus falar com você.
  • Orar diariamente. Você estará falando com Deus.

Encontrar uma boa igreja onde a Bíblia é ensinada e a salvação é pregada. A igreja é o lugar onde você conhece outras pessoas salvas e desfruta de comunhão e encorajamento para a sua nova vida em Jesus Cristo.

 

BBN