Exemplos pessoais

decisao"Depois vocês atravessaram o Jordão e chegaram a Jericó. Os chefes de Jericó lutaram contra vocês, assim como os amorreus, os ferezeus, os cananeus, os hititas, os girgaseus, os heveus e os jebuseus, mas eu os entreguei nas mãos de vocês. Eu lhes causei pânico para expulsá-los de diante de vocês, como fiz aos dois reis amorreus. Não foi a espada e o arco que lhes deram a vitória. Foi assim que lhes dei uma terra que vocês não cultivaram e cidades que vocês não construíram. Nelas vocês moram, e comem de vinhas e olivais que não plantaram". (Josué 24:11-13)

Deus já tinha feito tudo. Mas havia ainda uma coisa, o fator principal, que ele deixou aos cuidados deles, uma coisa que consolidaria ou arrasaria o futuro deles. Sabe o que é? Eles tinham liberdade de decidir por si mesmos. Josué afirma isso:

"Agora temam o Senhor e sirvam-no com integridade e fidelidade. Joguem fora os deuses que os seus antepassados adoraram além do Eufrates e no Egito, e sirvam ao Senhor. Se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família serviremos ao Senhor". (Josué 24:14-15)

Ninguém adquire retidão pessoal só porque outro o exigiu e ordenou. Não podemos ser obedientes por lei. Ninguém pode obrigar outros a serem espirituais. Ninguém leva uma vida santa atendendo a advertência e ameaças. Essas coisas brotam de nosso coração, resultando diretamente de uma decisão pessoal de cada um de nós.

As pessoas reagem melhor a exemplos pessoais do que a exigências verbais. Elas se sentem muito mais incentivadas por exemplos, como o método de liderança de Josué ('Eu e a minha casa serviremos ao Senhor, mas vocês terão que decidir por si mesmos') do que pelos gritos e ameaças de fogo e enxofre empregados por certos líderes.

 

Charles R. Swindoll

 

Jesus Voltará e Não Tardará

Jesus voltara"Venho sem demora…" (Apocalipse 3.11).


As profecias sobre a segunda vinda de Cristo são mais abundantes do que as profecias acerca da primeira vinda.
Todas as profecias da primeira vinda cumpriram-se literalmente.
As profecias da segunda vinda estão se cumprindo e cumprir-se-ão da mesma forma.
Mas, como Jesus voltará?


  1. Em primeiro lugar, Jesus voltará pessoalmente (Atos 1.11). "… esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir". O mesmo Jesus que nasceu numa estrebaria, trabalhou numa carpintaria, morreu numa cruz, deixou o seu túmulo vazio e voltou ao céu, voltará fisicamente e pessoalmente. Ele mesmo disse: "… voltarei e vos receberei para mim mesmo…" (João 14.3).

  2. Em segundo lugar, Jesus voltará visivelmente (Apocalipse 1.7). "Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até quantos o traspassaram…". Quando Jesus aparecer nas nuvens, com grande poder e glória, todas as pessoas, de todos os lugares, nos mais diversos fusos horários, verão o Filho do homem na sua majestade e serão tomados de perplexidade. Oh, aquele será o dia mais glorioso e ao mesmo tempo o dia mais aterrador da história. Todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele.

  3. Em terceiro lugar, Jesus voltará audivelmente (1Tessalonicenses 4.16). "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta e Deus, descerá dos céus…". A segunda vinda de Cristo não será um acontecimento secreto e inaudível. Mais forte do que qualquer trovão, sua palavra de ordem será ouvida. A voz do arcanjo ecoará pelos quatros da terra e a trombeta de Deus soará retumbantemente. Naquele dia, ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombetas. Além de todos os olhos o contemplarem, todos os ouvidos também o ouvirão.

  4. Em quarto lugar, Jesus voltará inesperadamente (2Pedro 3.10). "Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor…". A vinda do Senhor não será num dia óbvio. Assim como um ladrão chega de surpresa, sem mandar telegrama, também Jesus voltará quando os homens não estarão apercebidos. O próprio Jesus enfatizou essa verdade: "Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem" (Mateus 24.38,39). Por causa dessa imprevisibilidade de sua volta, Jesus ainda adverte: "Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora que não cuidais, o Filho do homem virá" (Mateus 24.43,44).

  5. Em quinto lugar, Jesus voltará repentinamente (Mateus 24.27). "Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do homem". Jesus voltará rapidamente, num momento, num abrir e fechar de olhos. A vinda de Jesus vai ser tão repentina como o fuzilar de um relâmpago: "assim como o relâmpago, fuzilando, brilha de uma à outra extremidade do céu, assim será, no seu dia, o Filho do homem" (Lucas 17.24). Naquele dia não haverá tempo para se preparar.

  6. Em sexto lugar, Jesus voltará inescapavelmente (1Tessalonicenses 5.3). "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, com vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão". Aqueles que se deixam enganar pelo ensino dos falsos profetas, duvidando da segunda vinda de Cristo, vivendo despreocupadamente neste mundo destinado ao juízo, como se aqui fosse lugar de paz e segurança, serão surpreendidos com a gloriosa manifestação do Senhor, como uma mulher grávida também é surpreendida pela dor do parto. Oh, a segunda vinda de Cristo é inevitável e inescapável!

  7. Em sétimo lugar, Jesus voltará vitoriosamente (Mateus 25.31). "Quando vier o Filho do homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória". Jesus voltará poderosamente, gloriosamente e triunfantemente. Virá entre nuvens, acompanhado de um séquito de anjos. Trará em sua companhia os remidos e colocará todos os seus inimigos debaixo de seus pés. Julgará as nações e lançará no lago do fogo o dragão, o anticristo, o falso profeta, os ímpios e a morte. Aquele dia será glorioso para os remidos e terrível para os que rejeitaram sua graça. O apóstolo Pedro diz que os céus passarão com estrepitoso estrondo, e incendiados serão desfeitos e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Nós, porém, receberemos novos céus e nova terra (2Pedro 3.10,12,13) e reinaremos com ele para sempre e sempre.  Oh, dia glorioso será aquele em que o nosso Senhor virá!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

 

A graça nos libertou

aguia liberdadeAntes de Cristo não tínhamos escolha. O pecado era o único caminho. Tudo na vida era marcado pela injustiça. Mas, uma vez que chegamos à cruz e demos ao Senhor Jesus o direito de governar nossa vida, recebemos uma opção que nunca tivemos antes.

A graça nos libertou da exigência de servir ao pecado, dando-nos a oportunidade de seguir as orientações de Cristo voluntariamente. Sendo assim, contanto que façamos isso, não pecaremos! Porém, tão logo eu e você abramos mão de seu domínio sobre nós, o velho mestre se coloca pronto para nos iludir e levar a pecar.

Gostaria de poder garantir a todos nós liberdade plena do pecado 365 dias por ano, mas isso não é possível – não enquanto estivermos presos à terra. A impecabilidade perpétua só nos pertencerá quando recebermos corpos glorificados e estivermos em nossa casa no céu.
Mas a boa notícia é que não temos de pecar de maneira constante, dia após dia: A graça nos libertou para obedecer a Cristo:

Mas, graças a Deus, porque, embora vocês tenham sido escravos do pecado, passaram a obedecer de coração à forma de ensino que lhes foi transmitida. Vocês foram libertados do pecado e tornaram-se escravos da justiça. (Romanos 6:17-18)

 

Charles R. Swindoll

 

Onde está a sua fé?

Onde esta a fe"Despertando-se Jesus repreendeu o vento e a fúria da água; tudo cessou e veio a bonança. Então lhes disse: 'Onde está a vossa fé?'" (Lucas 8:24, 25).

Quando nós pensamos em fé, nós não estamos pensando apenas em algo que seja subjetivo, nós estamos falando de algo que deve se concretizar através de nossas ações.

O texto de Lucas 8 (versículo 22 em diante) traz todos os elementos das crises e das dificuldades que enfrentamos todos os dias. 
O episódio em que Jesus soberanamente, poderosamente repreende os ventos e acalma o furor das águas. 
Os discípulos estão enfrentando a crise de estarem num lugar onde a tranquilidade desaparece.
É isso que acontece conosco também. 

De tempos em tempos, nós nos vemos diante dos desafios, das crises que nos batem à porta. 
Os discípulos, diante da crise, clamaram. 
Toda pessoa que se vê metida em grandes dificuldades clama por socorro. 
Mas no versículo 25, encontramos o confronto da fé. 
Quando estamos diante de crise, quando clamamos, nós temos um ponto de confronto da nossa fé. 
E isto é demonstrado pela pertinente pergunta de Jesus nesta passagem: "Onde está a vossa fé?". 

Esta pergunta pode ter alguns significados como: sobre o que se ampara a sua fé? 
Sobre o que você edifica a sua fé? 
Ou, onde está a sua fé neste exato momento? 
Essas são perguntas que precisamos responder com nossas ações.

 

Pr. Leandro Tarrataca

 

Honrar com os lábios e o coração

vivendo o que canta"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, Mas o seu coração está longe de mim" (Marcos 7:6).

Você já parou para pensar em todos os hinos, músicas, canções de louvor que cantamos? 
Você sabe exatamente o que está dizendo? 
Você vive aquilo que canta? 

Muitas vezes nos esquecemos de que ao cantar fazemos afirmações, promessas, declarações. 
Cantamos porque nos emocionamos com a melodia, mas por tantas vezes nossas mentes não estão registrando as palavras e o compromisso que elas trazem. 

O que cantamos durante o momento de louvor precisa ser vivido em nosso dia a dia. 
Do contrário, seremos pessoas hipócritas que declaram uma coisa com os lábios, mas fazem outra com suas ações. 
Na próxima vez em que for cantar um hino, uma canção de louvor, pare, pense, reflita sobre as palavras da canção. 

Apenas cante se estiver assumindo um compromisso em viver essas palavras, apenas cante se estiver disposto a colocar em prática as palavras da canção. 
Assim, nossas palavras serão coerentes com nossas ações e viveremos de forma a honrar o nome do Senhor, viveremos para a glória do Senhor. 
Afinal, para que fomos criados?

 

Pr. Leandro Tarrataca