Seis Benefícios do Evangelismo

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evangelismoO Novo Testamento pinta um quadro no qual todo discípulo de Cristo está ordinária e naturalmente envolvido no evangelismo tanto quanto no estudo bíblico, na oração e na adoração corporativa. Do cristão recém-convertido ao santo mais enrugado, compartilhar o evangelho é uma parte necessária e fundamental para uma vida de crescimento em Cristo.

Parte do ensino dos apóstolos, no qual a igreja recentemente cheia do Espírito perseverava (Atos 2.42), certamente consistia no ordinário e regular compartilhamento do evangelho com família, amigos e estranhos. Desde as primeiras semanas e meses após o Pentecoste, pessoas eram salvas diariamente (Atos 2.47). A evangelização se tornou imediatamente uma parte da sua nova vida de discipulado ao Senhor Jesus ressurreto.

Aqui estão seis modos pelos quais tratar o evangelismo como uma parte necessária do discipulado ajuda a conduzir os discípulos à maturidade.

 

1. O evangelismo ajuda a manter o evangelho no centro das nossas vidas e igrejas.

2. O evangelismo aprofunda o nosso entendimento das verdades mais fundamentais da Escritura.

3. Um evangelismo apropriadamente motivado aumenta o nosso amor a Deus e ao próximo.

4. O evangelismo desperta questões e objeções inesperadas dos não cristãos, o que pode aprofundar a nossa fé.

5. O evangelismo nos protege da presunção enganosa de que as pessoas ao nosso redor estão salvas.

6. O evangelismo aumenta a probabilidade de sermos perseguidos por causa do evangelho, o que conduz ao nosso crescimento.  

 


"A evangelização mudou a minha vida". John, meu taxista, disse-me isso enquanto dirigíamos pela autoestrada de Orlando até a conferência da qual eu estava participando. A nossa conversa mudou para o assunto da fé assim que ele descobriu que eu não estava em Orlando para ir à Disney World, como a maioria dos seus passageiros.

"O que você quer dizer?", perguntei, esperando que ele explicasse como alguém o havia levado a Cristo. Mas não era disso que ele falava. Ele estava dizendo que evangelizar havia mudado a sua vida.

Ele explicou: "Aprender a compartilhar a minha fé trouxe muitas questões importantes à tona. Fez com que eu lidasse com coisas sobre as quais eu nunca havia pensado antes. E, cara, levar alguém a Cristo é algo que você nunca mais esquece. É como se você não conseguisse mais parar! Não há nada semelhante a isso!".

O testemunho de John a respeito do efeito espiritualmente revigorante de compartilhar a sua fé coincidia com tudo aquilo que eu havia experimentado na minha própria caminhada com Cristo e em 22 anos de ministério no campus e de liderança na igreja.

No entanto, com quanta frequência nós pensamos em discipulado e evangelização como dois aspectos separados e desconexos de nossa vida em Cristo? O que é ainda mais preocupante, nós frequentemente consideramos o discipulado necessário e a evangelização, opcional. Ou pensamos que a evangelização é apenas para os mais zelosos e "espiritualmente dotados" de nossas igrejas.

Todo discípulo deve evangelizar

Mas o Novo Testamento pinta um quadro no qual todo discípulo de Cristo está ordinária e naturalmente envolvido na evangelização tanto quanto no estudo bíblico, na oração e na adoração corporativa. Do cristão recém-convertido ao santo mais enrugado, compartilhar o evangelho é uma parte necessária e fundamental para uma vida de crescimento em Cristo.

Muitos de nós ouvimos, ou até pregamos, sermões que corretamente enfatizam o tema da Grande Comissão acerca de "fazer discípulos" (Mateus 28.18-20). E ensinamos aqueles ao nosso redor que eles próprios devem ser fazedores de discípulos. Mas nós também precisamos deixar claro que "fazer discípulos" necessariamente envolve ajudar aqueles que ainda não são discípulos a se tornarem discípulos – isto é, evangelizar. Jesus foi um modelo de evangelização (Marcos 1.14-15Mateus 9.35) e treinou seus apóstolos a fazerem o mesmo (Marcos 6.7-13Lucas 10.1-12). Apenas alguns dias depois, Jesus disse que eles seriam suas "testemunhas... até os confins da terra" (Atos 1.8).

Parte do ensino dos apóstolos, no qual a igreja recentemente cheia do Espírito perseverava (Atos 2.42), certamente consistia no ordinário e regular compartilhamento do evangelho com família, amigos e estranhos. Desde as primeiras semanas e meses após o Pentecoste, pessoas eram salvas diariamente (Atos 2.47). A evangelização se tornou imediatamente uma parte da sua nova vida de discipulado ao Senhor Jesus ressurreto.